Você já esteve rodado de amigos e se sentiu sozinho?
Pois é ando me sentindo assim..completamente sozinha...
como se ninguem realmente se importasse com o que sinto...
mas me diz quem realmente se importa?
Não sei a resposta talvez possa pensar em algumas pessoas
que eu acho que se importam .. mas alguem se importa realmente??? Não tenho como provar
só sei que a cada semana que passa me sinto mais sozinah e mais longe de todos
não posso culpa-los. Na verdade acredito que a unica culpada sou eu.
Sabe sempre acreditei que fazendo o bem aos outros eu estaria fazendo bem a mim mesmo....
mas confundi, ou melhor me esqueci, nessa vontade de agradar a todos de agradar quem mais importa
eu mesma... a algum tempo que não me agrado mais.. não me agrada mais o meu jeito.... não me agrada mais
estar sozinha nesse mundo.... Falo com tantas pessoas sobre os problemas delas que acabo esquecendo de ver os meus e de resolve-los sempre preocupada com o bem estar de outras pessoas...
Hoje quando tento pensar em mim me sinto mal achando que estou deixando de lado as pessoas que eu amo!
Espero que quem leia isso entenda não me sinto arrependida de nada em nenhum momento ... Mas se eu pudesse voltar no tempo teria pensado alem das pessoas que eu amo teria pensado em mim ... Mas não eh tarde para mudar
mas eh dificil mudar .. eh um caminho doficil que estou começando a trilhar !
Ouvi uma vez não lembro onde que nós somos a melhor companhia para nos mesmo e se não conseguimos ficar só com nos mesmo quem irá conseguir? Creio que é isso que vou aprender a ficar sozinha e a ser uma boa companhia para mim mesma!
beijinhos no coração de todos
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Continuação Coração Rebelde Capitulo V
Gente desculpa a demora para postar esse novo capitulo .. mas ai esta espero qu egostem beijos!
O Encontro InexperadoColoquei meu celular para despertar, estava surpresa de mim mesma o quanto estava me tornando responsável, em apenas um dia de “pobreza”. Deite-me e tentei me ajeitar o melhor q pude naquele colchão, demorei em pegar no sono, acordei varias vezes durante a noite com barulhos, portas batendo, sirenes tocando, gente gritando, ratos andando. Posso dizer que com toda certeza foi a pior noite da minha vida, até então. Quando o relógio apontou as 7:00 horas da manhã, meu despertador tocou, acordei meio sem saber onde estava com uma dor nas costas tremenda. Olhei para os lados tentando me situar, onde estava e quem eu era. “Cara essa realidade secundaria ainda vai me enlouquecer!” - pensei comigo mesma. Levantei e coloquei água para ferver enquanto fui tomar banho. Tomei meu banho e comi algumas bolachas com chá que tinha no armário. E fui analisar a melhor roupa para procurar emprego, algo que aprendi no curso de moda - a apresentação é tudo! Escolhi um conjunto de saia social e uma camisa, olhei-me no espelho prendi o cabelo em um coque peguei minha bolsa e fui em direção a minha nova vida! Sai em direção ao corredor e desci as escadas em direção a rua. Para a minha surpresa em um desses lances de escada dei de cara com um cara lindo, que não me era estranho era o doutor que cuidou de mim quando tive o acidente e para a minha surpresa ele me reconheceu!
-Bom dia Srta! – Ele me deu aquele sorriso sincero que fez minhas pernas tremerem e meu coração acelerar, nossa que idiotice né... Afinal nem conheço esse cara
- Bom dia! – retribui o sorriso
- O que faz por aqui? – Ele me olhou com cara de intrigado
- Eu ... É... Bem...Eu moro aqui! – disse meio desanimada
- Então você é a vizinha nova que minha avó me falou.
- Parece que sim! – Sorri – e você mora aqui?
- É nem todo medico ganha tão bem no começo da carreira! Moro aqui com a minha avó.
Nesse estante pude ouvir uma voz ao fundo gritando:
- Taylor querido! É você?
- Sou eu vovó já estou entrando! – ele mordeu o lábio inferior e me olhou com um meio sorriso e disse – Então nos vemos por ai... Srta Powell. Bem vinda a vizinhança! – Ele olhou com um olhar meio sem compreender mas não quis fazer muitas perguntas. Eu só consegui acenar com a cabeça e um sorriso e sai em busca a um emprego... Mas cara eu não sabia nem por onde começar!!!
O Encontro InexperadoColoquei meu celular para despertar, estava surpresa de mim mesma o quanto estava me tornando responsável, em apenas um dia de “pobreza”. Deite-me e tentei me ajeitar o melhor q pude naquele colchão, demorei em pegar no sono, acordei varias vezes durante a noite com barulhos, portas batendo, sirenes tocando, gente gritando, ratos andando. Posso dizer que com toda certeza foi a pior noite da minha vida, até então. Quando o relógio apontou as 7:00 horas da manhã, meu despertador tocou, acordei meio sem saber onde estava com uma dor nas costas tremenda. Olhei para os lados tentando me situar, onde estava e quem eu era. “Cara essa realidade secundaria ainda vai me enlouquecer!” - pensei comigo mesma. Levantei e coloquei água para ferver enquanto fui tomar banho. Tomei meu banho e comi algumas bolachas com chá que tinha no armário. E fui analisar a melhor roupa para procurar emprego, algo que aprendi no curso de moda - a apresentação é tudo! Escolhi um conjunto de saia social e uma camisa, olhei-me no espelho prendi o cabelo em um coque peguei minha bolsa e fui em direção a minha nova vida! Sai em direção ao corredor e desci as escadas em direção a rua. Para a minha surpresa em um desses lances de escada dei de cara com um cara lindo, que não me era estranho era o doutor que cuidou de mim quando tive o acidente e para a minha surpresa ele me reconheceu!
-Bom dia Srta! – Ele me deu aquele sorriso sincero que fez minhas pernas tremerem e meu coração acelerar, nossa que idiotice né... Afinal nem conheço esse cara
- Bom dia! – retribui o sorriso
- O que faz por aqui? – Ele me olhou com cara de intrigado
- Eu ... É... Bem...Eu moro aqui! – disse meio desanimada
- Então você é a vizinha nova que minha avó me falou.
- Parece que sim! – Sorri – e você mora aqui?
- É nem todo medico ganha tão bem no começo da carreira! Moro aqui com a minha avó.
Nesse estante pude ouvir uma voz ao fundo gritando:
- Taylor querido! É você?
- Sou eu vovó já estou entrando! – ele mordeu o lábio inferior e me olhou com um meio sorriso e disse – Então nos vemos por ai... Srta Powell. Bem vinda a vizinhança! – Ele olhou com um olhar meio sem compreender mas não quis fazer muitas perguntas. Eu só consegui acenar com a cabeça e um sorriso e sai em busca a um emprego... Mas cara eu não sabia nem por onde começar!!!
sábado, 10 de julho de 2010
CAPITULO IV
O começo de uma nova vida!
Segunda Feira, 30 de Outubro.
Acordei, ou melhor fui acordada bem cedo, pelo meu pai sorridente.
- Filha o grande dia chegou! As suas coisas já estão prontas arrumou apartamento para morar?
- hum?! Apartamento? Que apartamento? _ olhei para ele
- O que você vai morar? Sua bobinha. Bem sabia que você não pensaria e sua mãe. Quero deixar bem claro que foi decisão dela. Ela pediu para eu achar um novo lugar para você ficar e vamos dorminhoca do papai.
Deu-me um beijo na testa e saiu do quarto. Cara como alguém pode estar feliz em deixar a filha, jogada em sei lá onde. Mas enfim o orgulho fez-me ter forças. Levantei, tomei banho, olhei para o meu quarto, me troquei, e fui encontrá-los lá embaixo. Parei a beira da escada olhei para trás buscando forças e desci com a cabeça erguida.
Minha mãe pude ver um olhar de preocupação, mas que logo foi camuflado por aquela mascara que ela usava diariamente.
-Pronto podemos ir! – Falei com a voz firme
Meu pai me olho.
- Não Filha, nós não vamos. O táxi esta esperando por você ai fora.
- Táxi?!
- Sim seu carro esta confiscado até você aprender a dar valor as coisas. Tudo o que te pertenceu ficara “congelado”.
- Está certo pai, mãe. Então é isso nos vemos
Dei um beijo no rosto de cada um e sai em rumo a esta nova vida.
Entrei no táxi olhei a casa meus pais na porta, vi de relance algo como pesar no olhar dos dois mas meu pai jamais voltaria a atrás nessa decisão dele que eu teria q aprender a caminhar com as minhas próprias pernas. Encostei-me no vidro do carro e deixei que o táxi me levava a minha nova vida.
Capitulo V
O táxi foi se afastando cada vez mais das ruas de alto nível de NY e indo para as mediações do que chamamos de periferia, o dia estava ensolarado, um vento frio percorria a minha espinha. Enfim o táxi parou em frente a um prédio todo em tijolos sem acabamento tinha umas crianças na escada de entrada a rua estava cheia de gente. O taxista foi tirar minhas malas eu desci do táxi, usando a minha calça da Armani, minha blusinha da tiffany’s e meus óculos da Gucci, não poderia estar me sentindo mais deslocada , o motorista colocou minhas malas da Victor Hugo na escadas, e me entregou um bilhete. Sem dizer uma só palavra entrou no táxi e saiu.
Abri o bilhete. Bem meu pai tinha deixado algumas coordenadas:
“Querida Filha.
Sei que neste momento você deve estar pensando que sou o pior pai do mundo. Mas o que faço é para o seu bem para o seu amadurecimento. Você já chegou no seu novo lar né? O que você achou? Tem uma bela vista né?
Bem o numero do seu apto caso não tenha prestado atenção no envolete deste bilhete é 87, espero que goste das acomodações.
Beijos do seu pai que te ama acima de todas as coisas
F.P”
Típico do meu pai. Bem vamos la Gwen você nunca fraquejou na vida não vai ser agora né.
Peguei as malas e entrei no prédio, com certa dificuldade estavam bem pesadas, e as crianças nem ofereceram ajuda. Pude até ouvir uma caçoando de mim enquanto eu tropeçava no escada com o meu salto.
Entrei no prédio se por fora ele pareci anada conservado por dentro a situação era um pouco pior rachadura para todos os lados, era certeza que haveria mais baratas, ratos e todos os outros tipo de insetos aqui do que seres humanos. Fui direto ao elevador, mas para a minha grande surpresa – não sei porque realmente fiquei surpresa – grudado junto a ele havia um bilhete.
“Fora de funcionamento por medida de segurança!
Atenciosamente,
Jimmy Campbell
O sindico”
Bem um lado positivo, esse lugar tinha regras, suspirei e subi as escadas. Após carregar minhas malas por longos 5 andares cada um com dois lances de escadas. Não conseguia mais sentir os meus pés, cheguei na porta do meu apartamento. Peguei a chave da porta e abri.
Para a minha surpresa o apartamento estava mobiliado, claro não que fosse os melhores moveis do mundo mas enfim pensei que meu pai me deixaria um colchão e água. O apartamento , estava mais para “aPERtamento” que outra coisa, podia compará-lo ao tamanho do meu antigo banheiro, assim que entrava dava de cara com a sala que e bem ao lado a cozinha que parecia mais continuação da sala, uma porta que dava ao banheiro e outra ao lado que me levaria ao quarto, tudo estava empoeirado, isso significava que eu teria que limpar.
- Ai meu Deus! – falei para mim mesma. –Coragem garota você vai precisar.
Fui até a cozinha, fiquei feliz em ver que tinha água encanada, abri a geladeira e para a minha surpresa, havia lá uns mantimentos que calculei dar para a semana.
Provavelmente idéia da minha mãe, claro ela não deixaria eu morrer de fome na primeira semana, mas meu pai não deixou ela comprar o mundo só o essencial.
Coloquei minha mala no quarto peguei a roupa mais velha que eu possuía e decidi começar a faxina. Peguei os produtos de limpeza engraçado como isso meu pai comprou e comecei a ler rotulo por rotulo. Lembrei de algo que a Mary me disse. E comecei a limpar ou melhor a tentar limpar aquela sujeira. Seria uma grande batalha contra a sujeira. Coloquei as luvas e a mascara e comecei a faxina.
Segunda Feira, 30 de Outubro.
Acordei, ou melhor fui acordada bem cedo, pelo meu pai sorridente.
- Filha o grande dia chegou! As suas coisas já estão prontas arrumou apartamento para morar?
- hum?! Apartamento? Que apartamento? _ olhei para ele
- O que você vai morar? Sua bobinha. Bem sabia que você não pensaria e sua mãe. Quero deixar bem claro que foi decisão dela. Ela pediu para eu achar um novo lugar para você ficar e vamos dorminhoca do papai.
Deu-me um beijo na testa e saiu do quarto. Cara como alguém pode estar feliz em deixar a filha, jogada em sei lá onde. Mas enfim o orgulho fez-me ter forças. Levantei, tomei banho, olhei para o meu quarto, me troquei, e fui encontrá-los lá embaixo. Parei a beira da escada olhei para trás buscando forças e desci com a cabeça erguida.
Minha mãe pude ver um olhar de preocupação, mas que logo foi camuflado por aquela mascara que ela usava diariamente.
-Pronto podemos ir! – Falei com a voz firme
Meu pai me olho.
- Não Filha, nós não vamos. O táxi esta esperando por você ai fora.
- Táxi?!
- Sim seu carro esta confiscado até você aprender a dar valor as coisas. Tudo o que te pertenceu ficara “congelado”.
- Está certo pai, mãe. Então é isso nos vemos
Dei um beijo no rosto de cada um e sai em rumo a esta nova vida.
Entrei no táxi olhei a casa meus pais na porta, vi de relance algo como pesar no olhar dos dois mas meu pai jamais voltaria a atrás nessa decisão dele que eu teria q aprender a caminhar com as minhas próprias pernas. Encostei-me no vidro do carro e deixei que o táxi me levava a minha nova vida.
Capitulo V
O táxi foi se afastando cada vez mais das ruas de alto nível de NY e indo para as mediações do que chamamos de periferia, o dia estava ensolarado, um vento frio percorria a minha espinha. Enfim o táxi parou em frente a um prédio todo em tijolos sem acabamento tinha umas crianças na escada de entrada a rua estava cheia de gente. O taxista foi tirar minhas malas eu desci do táxi, usando a minha calça da Armani, minha blusinha da tiffany’s e meus óculos da Gucci, não poderia estar me sentindo mais deslocada , o motorista colocou minhas malas da Victor Hugo na escadas, e me entregou um bilhete. Sem dizer uma só palavra entrou no táxi e saiu.
Abri o bilhete. Bem meu pai tinha deixado algumas coordenadas:
“Querida Filha.
Sei que neste momento você deve estar pensando que sou o pior pai do mundo. Mas o que faço é para o seu bem para o seu amadurecimento. Você já chegou no seu novo lar né? O que você achou? Tem uma bela vista né?
Bem o numero do seu apto caso não tenha prestado atenção no envolete deste bilhete é 87, espero que goste das acomodações.
Beijos do seu pai que te ama acima de todas as coisas
F.P”
Típico do meu pai. Bem vamos la Gwen você nunca fraquejou na vida não vai ser agora né.
Peguei as malas e entrei no prédio, com certa dificuldade estavam bem pesadas, e as crianças nem ofereceram ajuda. Pude até ouvir uma caçoando de mim enquanto eu tropeçava no escada com o meu salto.
Entrei no prédio se por fora ele pareci anada conservado por dentro a situação era um pouco pior rachadura para todos os lados, era certeza que haveria mais baratas, ratos e todos os outros tipo de insetos aqui do que seres humanos. Fui direto ao elevador, mas para a minha grande surpresa – não sei porque realmente fiquei surpresa – grudado junto a ele havia um bilhete.
“Fora de funcionamento por medida de segurança!
Atenciosamente,
Jimmy Campbell
O sindico”
Bem um lado positivo, esse lugar tinha regras, suspirei e subi as escadas. Após carregar minhas malas por longos 5 andares cada um com dois lances de escadas. Não conseguia mais sentir os meus pés, cheguei na porta do meu apartamento. Peguei a chave da porta e abri.
Para a minha surpresa o apartamento estava mobiliado, claro não que fosse os melhores moveis do mundo mas enfim pensei que meu pai me deixaria um colchão e água. O apartamento , estava mais para “aPERtamento” que outra coisa, podia compará-lo ao tamanho do meu antigo banheiro, assim que entrava dava de cara com a sala que e bem ao lado a cozinha que parecia mais continuação da sala, uma porta que dava ao banheiro e outra ao lado que me levaria ao quarto, tudo estava empoeirado, isso significava que eu teria que limpar.
- Ai meu Deus! – falei para mim mesma. –Coragem garota você vai precisar.
Fui até a cozinha, fiquei feliz em ver que tinha água encanada, abri a geladeira e para a minha surpresa, havia lá uns mantimentos que calculei dar para a semana.
Provavelmente idéia da minha mãe, claro ela não deixaria eu morrer de fome na primeira semana, mas meu pai não deixou ela comprar o mundo só o essencial.
Coloquei minha mala no quarto peguei a roupa mais velha que eu possuía e decidi começar a faxina. Peguei os produtos de limpeza engraçado como isso meu pai comprou e comecei a ler rotulo por rotulo. Lembrei de algo que a Mary me disse. E comecei a limpar ou melhor a tentar limpar aquela sujeira. Seria uma grande batalha contra a sujeira. Coloquei as luvas e a mascara e comecei a faxina.
domingo, 4 de julho de 2010
Capitulo 3
A Volta para casa
Passei mais uns 4 dias no hospital, e teve o lado positivo aquele medico lindo cuidou de mim durante todos esses 4 dias.
Meus pais vieram me buscar, fiquei aliviada achando que eles tinham mudado de idéia. Fala serio?! que historia maluca eu trabalhar para manter minha vida impossível só se eu arrumasse emprego de diretora de uma mega empresa. Enfim eles me levaram para casa – deles – e o caminho o silencio permaneceu por um longo período até que minha mãe falou.
-Querida falamos com o medico ele disse que em duas semanas você pode voltar a ter sua vida normal, pode trabalhar estudar sem problema algum.
Olhei para ela.
- Trabalhar?!
- claro filha ou esqueceu do que seu pai e eu falamos?
- É... Não, mas pensei que sei lá vocês teriam repensado nessa historia. Pai eu não consigo manter o meu nível de vida trabalhando em nenhum lugar... Fala serio que lugar irá pagar para uma iniciante o tanto que eu gasto?
- nenhum lugar por isso mesmo você vai ter q arranjar outro apartamento e diminuir seus gastos, por falar nisso já confiscamos os seus cartões e sua mesada, após essas duas semanas de recuperação você estará por sua conta e risco. – minha mãe disse isso em uma naturalidade que nem eu acreditei. Olhei para o meu pai, ele sorriu e disse.
- Você vai nos agradecer depois!
Fiquei em silencio o resto do caminho. Nunca torci para a semana passar devagar mas o engraçado que essa passou voando.
Passei mais uns 4 dias no hospital, e teve o lado positivo aquele medico lindo cuidou de mim durante todos esses 4 dias.
Meus pais vieram me buscar, fiquei aliviada achando que eles tinham mudado de idéia. Fala serio?! que historia maluca eu trabalhar para manter minha vida impossível só se eu arrumasse emprego de diretora de uma mega empresa. Enfim eles me levaram para casa – deles – e o caminho o silencio permaneceu por um longo período até que minha mãe falou.
-Querida falamos com o medico ele disse que em duas semanas você pode voltar a ter sua vida normal, pode trabalhar estudar sem problema algum.
Olhei para ela.
- Trabalhar?!
- claro filha ou esqueceu do que seu pai e eu falamos?
- É... Não, mas pensei que sei lá vocês teriam repensado nessa historia. Pai eu não consigo manter o meu nível de vida trabalhando em nenhum lugar... Fala serio que lugar irá pagar para uma iniciante o tanto que eu gasto?
- nenhum lugar por isso mesmo você vai ter q arranjar outro apartamento e diminuir seus gastos, por falar nisso já confiscamos os seus cartões e sua mesada, após essas duas semanas de recuperação você estará por sua conta e risco. – minha mãe disse isso em uma naturalidade que nem eu acreditei. Olhei para o meu pai, ele sorriu e disse.
- Você vai nos agradecer depois!
Fiquei em silencio o resto do caminho. Nunca torci para a semana passar devagar mas o engraçado que essa passou voando.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Eclipse
Bem gente uma pausa na historia para comentar sobre uma das estreias mais esperadas do ano!
Ontem estreiou oficialmente o 3° filme da saga Twilight - Eclipse- eu particularmente já achava que o livro era o melhor de todos da saga e o filme milagrosamente não me decepcionou muito pelo contrario. AMEI!Todas as emoções que eu senti lendo o livro consegui reviver ali diante da telona do cinema. Confesso que mais uma vez eu sentia raiva e logo depois amava o Jacob.. assim como no livro e isso foi o mais legal!
A sala estava cheia claro! e como sempre temos Edward Team e Jacob Team mas confesso que para a minha surpresa a maioria era Jacob team. nada contra mas, Onde estão o Edward Team o povo do amor verdadeiro, o amor a moda antiga tão lindo e perfeito?!
Nãao sei responder mas sei dizer para aqueles que não viram ai vai a minha dica assistam Eclipse pois não vão se arrepender... Muito melhor e menos decepcionantes para os fans do que lua nova .. muito mais sombrio e a trilha voltou a ser otima!
Beijos nos corações de todos
Ontem estreiou oficialmente o 3° filme da saga Twilight - Eclipse- eu particularmente já achava que o livro era o melhor de todos da saga e o filme milagrosamente não me decepcionou muito pelo contrario. AMEI!Todas as emoções que eu senti lendo o livro consegui reviver ali diante da telona do cinema. Confesso que mais uma vez eu sentia raiva e logo depois amava o Jacob.. assim como no livro e isso foi o mais legal!
A sala estava cheia claro! e como sempre temos Edward Team e Jacob Team mas confesso que para a minha surpresa a maioria era Jacob team. nada contra mas, Onde estão o Edward Team o povo do amor verdadeiro, o amor a moda antiga tão lindo e perfeito?!
Nãao sei responder mas sei dizer para aqueles que não viram ai vai a minha dica assistam Eclipse pois não vão se arrepender... Muito melhor e menos decepcionantes para os fans do que lua nova .. muito mais sombrio e a trilha voltou a ser otima!
Beijos nos corações de todos
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Continuação Coração Rebelde
Capitulo II - Onde eu estou?
Acordei com a pior ressacada do mundo ou eu pensava assim até começar olhar para os lados e reparar onde eu estava. Um hospital!
- O que aconteceu?? – Perguntei na esperança de alguém responder
- Bom dia Srta Adormecia. – uma voz masculina que nunca ouvi antes, devia ter seus 25 anos no máximo, tinha cabelos pretos curtos, olhos castanhos claros, era alto e corpo atlético. Estava analisando ele que quase não ouvi quando ele falou comigo.
- Bem a srta sofreu um acidente de carro. _ se aproximou começou a examinar meus olhos – Pode me dizer seu nome?
- Meu nome?? – Parei um instante – claro é Gwen. Gwen Victoria Powell! Minhas amigas como estão?? – Lembrando da noite anterior.
- Elas já foram liberadas a dois dias atrás estão bem.
- Dois dias atrás?! A quanto tempo estou dormindo??
- A exatamente 4 dias. Vocês tiveram sorte por que do jeito que estava o carro não imaginei que tivesse algum sobrevivente lá.
- Você é? – Olhando
- Nossa que cabeça a minha. Sou o Dr. Taylor Watson.
- Meus pais já sabem?
- Sim, sim. Mas os mandei para casa descansarem. Vou pedir para a enfermeira ligar para eles avisando que você acordou.
- Obrigada doutor! – sorri para ela com o que eu pensei ser o melhor sorriso que eu já tivesse dado.
Ele sorriu de volta e saiu da sala com um até breve srta Powell.
Algumas horas se passaram quando meus pais vieram me visitar. Olhei para eles em busca de um olhar companheiro algo que me dizia que eles estavam gratos por eu ter sobrevivido àquela tragédia, mas por incrível que pareça não encontrei nem sombra desse sentimento, mas sim desgosto e o que parecia ser vergonha.
Minha mãe foi primeira a falar, ela sorriu. Um sorriso politicamente correto claro. Afinal não era por menos que ela era presidente do que eu gostava de chamar “mulheres com muito dinheiro e sem ter o que fazer”:
- Filha, estamos gratos que suas amigas e você sobreviveram a esse acidente.
- É vocês tiveram muita sorte, e sorte também que a imprensa só chegou lá depois, se não o escândalo poderia ter sido maior, do que já esta. Onde já se viu Gwen que falta de responsabilidade as três bêbadas dirigindo por ai, vocês poderiam ter matado alguém! _ meu pai disse, bem a cara dele se preocupar com escândalo e terceiros do que com a própria filha.
Sem falar nada só olhei para eles.
- Você precisa criar responsabilidades Gwen, seu pai e eu não estaremos o tempo todo ao seu lado, respondendo pelos seus atos. Você já tem 19 anos. Por isso seu pai e eu decidimos que assim que você se recuperar, você terá que arcar com as suas responsabilidades, e começar a pensar no valor do dinheiro e da vida também.
- O que vocês querem, dizer com isso? – enfim perguntei
- Gwen, seu pai e eu decidimos que você ficará por tempo indeterminado com a sua mesada e cartões todos suspensos, você terá que aprender a trabalhar e a viver com aquilo que você ganhar, com o SEU trabalho.
- Trabalhar?! Mas e os meus estudos??
- Você está de férias no momento então não tem com que se preocupar.
Olhei para eles em busca de algo que mostrasse que eles estavam brincando, mas nada nesse momento percebi que desse dia em diante minha vida mudaria.
_________________________________________________________________________________
Bem gente Semana que vem tem mais ou quem sabe até o final dessa semana espero que estejam gostando
beijinhos no coração!
Acordei com a pior ressacada do mundo ou eu pensava assim até começar olhar para os lados e reparar onde eu estava. Um hospital!
- O que aconteceu?? – Perguntei na esperança de alguém responder
- Bom dia Srta Adormecia. – uma voz masculina que nunca ouvi antes, devia ter seus 25 anos no máximo, tinha cabelos pretos curtos, olhos castanhos claros, era alto e corpo atlético. Estava analisando ele que quase não ouvi quando ele falou comigo.
- Bem a srta sofreu um acidente de carro. _ se aproximou começou a examinar meus olhos – Pode me dizer seu nome?
- Meu nome?? – Parei um instante – claro é Gwen. Gwen Victoria Powell! Minhas amigas como estão?? – Lembrando da noite anterior.
- Elas já foram liberadas a dois dias atrás estão bem.
- Dois dias atrás?! A quanto tempo estou dormindo??
- A exatamente 4 dias. Vocês tiveram sorte por que do jeito que estava o carro não imaginei que tivesse algum sobrevivente lá.
- Você é? – Olhando
- Nossa que cabeça a minha. Sou o Dr. Taylor Watson.
- Meus pais já sabem?
- Sim, sim. Mas os mandei para casa descansarem. Vou pedir para a enfermeira ligar para eles avisando que você acordou.
- Obrigada doutor! – sorri para ela com o que eu pensei ser o melhor sorriso que eu já tivesse dado.
Ele sorriu de volta e saiu da sala com um até breve srta Powell.
Algumas horas se passaram quando meus pais vieram me visitar. Olhei para eles em busca de um olhar companheiro algo que me dizia que eles estavam gratos por eu ter sobrevivido àquela tragédia, mas por incrível que pareça não encontrei nem sombra desse sentimento, mas sim desgosto e o que parecia ser vergonha.
Minha mãe foi primeira a falar, ela sorriu. Um sorriso politicamente correto claro. Afinal não era por menos que ela era presidente do que eu gostava de chamar “mulheres com muito dinheiro e sem ter o que fazer”:
- Filha, estamos gratos que suas amigas e você sobreviveram a esse acidente.
- É vocês tiveram muita sorte, e sorte também que a imprensa só chegou lá depois, se não o escândalo poderia ter sido maior, do que já esta. Onde já se viu Gwen que falta de responsabilidade as três bêbadas dirigindo por ai, vocês poderiam ter matado alguém! _ meu pai disse, bem a cara dele se preocupar com escândalo e terceiros do que com a própria filha.
Sem falar nada só olhei para eles.
- Você precisa criar responsabilidades Gwen, seu pai e eu não estaremos o tempo todo ao seu lado, respondendo pelos seus atos. Você já tem 19 anos. Por isso seu pai e eu decidimos que assim que você se recuperar, você terá que arcar com as suas responsabilidades, e começar a pensar no valor do dinheiro e da vida também.
- O que vocês querem, dizer com isso? – enfim perguntei
- Gwen, seu pai e eu decidimos que você ficará por tempo indeterminado com a sua mesada e cartões todos suspensos, você terá que aprender a trabalhar e a viver com aquilo que você ganhar, com o SEU trabalho.
- Trabalhar?! Mas e os meus estudos??
- Você está de férias no momento então não tem com que se preocupar.
Olhei para eles em busca de algo que mostrasse que eles estavam brincando, mas nada nesse momento percebi que desse dia em diante minha vida mudaria.
_________________________________________________________________________________
Bem gente Semana que vem tem mais ou quem sabe até o final dessa semana espero que estejam gostando
beijinhos no coração!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Como prometido...
Hoje irei postar o primeiro capitulo da minha historia espero que gostem!!
Título: Coração Rebelde
Capitulo I
Noite em Nova York
Noite de 26 de outubro, mais uma noite na grande maçã, olhei pela janela do meu apartamento o movimento nas ruas, da minha cobertura posso ver o Central Park, tão calmo nesse horário, engraçado o contraste que ele da no meio dessa agitação. Nossa que descuido o meu to aqui falando há tempos e nem me apresentei. Meu nome é Gwen Victoria Powell, tenho 19 anos moro sozinha desde que decidi cursar Moda na faculdade Columbia, bem não posso reclamar até que é bem legal, morar sozinha, meus pais não moram muito longe só um pouco mais afastados do centro de NY eles dizem que não agüentam mais tanto barulho, meu pai é dono de uma empresa de cosméticos super famosa, minha mãe bem o que dizer da Sra. “Eventos Beneficente, socialite do ano”, meu irmão mais velho esta já se preparando para tomar conta dos negócios do meu pai o que é um alivio pra mim confesso, acho q não nasci para ficar atrás de uma mesa de escritório.
- Srta Powell? Suas amigas chegaram. – disse a governanta
- Obrigada Mary. – Sorri para ela, Mary uma senhora de mais ou menos 57 anos, ela trabalha para a família a anos, foi minha babá logo que eu nasci e desde de então ficou ao meu lado, eu que não a deixaria agora né morando sozinha. Então passou a ser a governanta do meu apartamento dando ordens e deixando tudo no seu devido lugar.
Levantei-me e peguei minha bolsa e sai. Minhas amigas me esperavam em uma BMW conversível vermelha novo presente que o pai da Tiffany deu para ela. Elle pulou para o banco de trás sentei.
- Ola girls!!! – beijinhos – e ai vamos para onde?
- Girl você não sabe, tem uma nova balada cara, e sabe o que é melhor o primo da Elle é segurança de lá hoje a noite e vai nos colocar lá dentro.
- Uhuuuu. Demais Elle. – Batendo as mãos.
- Vamos começar a festejar então –Elle tira uma garrafinha com Vodka da bolsa, passa para mim.
Bebendo, rindo muito.
- Chegamos!!! – Falou a Elle
Descendo do carro, passamos pela fila pude ouvir o povo reclamar, olhei minhas amigas e caímos na risada.
- Adoro a caras que eles fazem.
- Comentei com as minhas amigas. Indo direto para a pista.
Dançamos e bebemos a noite toda, saímos de lá era umas 4:30 da manhã bem não posso dizer que lembro exatamente o que aconteceu. Só lembro da Tiffany estar diringindo a Elle e eu rindo e cantando, quando o caminhão surgiu não deu tempo da Tiffany fazer nada. Dizem que você vê a sua vida passar pela sua frente quando você percebe que sua vida acabou. Mentira! Pois eu não vi nada.
Título: Coração Rebelde
Capitulo I
Noite em Nova York
Noite de 26 de outubro, mais uma noite na grande maçã, olhei pela janela do meu apartamento o movimento nas ruas, da minha cobertura posso ver o Central Park, tão calmo nesse horário, engraçado o contraste que ele da no meio dessa agitação. Nossa que descuido o meu to aqui falando há tempos e nem me apresentei. Meu nome é Gwen Victoria Powell, tenho 19 anos moro sozinha desde que decidi cursar Moda na faculdade Columbia, bem não posso reclamar até que é bem legal, morar sozinha, meus pais não moram muito longe só um pouco mais afastados do centro de NY eles dizem que não agüentam mais tanto barulho, meu pai é dono de uma empresa de cosméticos super famosa, minha mãe bem o que dizer da Sra. “Eventos Beneficente, socialite do ano”, meu irmão mais velho esta já se preparando para tomar conta dos negócios do meu pai o que é um alivio pra mim confesso, acho q não nasci para ficar atrás de uma mesa de escritório.
- Srta Powell? Suas amigas chegaram. – disse a governanta
- Obrigada Mary. – Sorri para ela, Mary uma senhora de mais ou menos 57 anos, ela trabalha para a família a anos, foi minha babá logo que eu nasci e desde de então ficou ao meu lado, eu que não a deixaria agora né morando sozinha. Então passou a ser a governanta do meu apartamento dando ordens e deixando tudo no seu devido lugar.
Levantei-me e peguei minha bolsa e sai. Minhas amigas me esperavam em uma BMW conversível vermelha novo presente que o pai da Tiffany deu para ela. Elle pulou para o banco de trás sentei.
- Ola girls!!! – beijinhos – e ai vamos para onde?
- Girl você não sabe, tem uma nova balada cara, e sabe o que é melhor o primo da Elle é segurança de lá hoje a noite e vai nos colocar lá dentro.
- Uhuuuu. Demais Elle. – Batendo as mãos.
- Vamos começar a festejar então –Elle tira uma garrafinha com Vodka da bolsa, passa para mim.
Bebendo, rindo muito.
- Chegamos!!! – Falou a Elle
Descendo do carro, passamos pela fila pude ouvir o povo reclamar, olhei minhas amigas e caímos na risada.
- Adoro a caras que eles fazem.
- Comentei com as minhas amigas. Indo direto para a pista.
Dançamos e bebemos a noite toda, saímos de lá era umas 4:30 da manhã bem não posso dizer que lembro exatamente o que aconteceu. Só lembro da Tiffany estar diringindo a Elle e eu rindo e cantando, quando o caminhão surgiu não deu tempo da Tiffany fazer nada. Dizem que você vê a sua vida passar pela sua frente quando você percebe que sua vida acabou. Mentira! Pois eu não vi nada.
_________________________________________
Bem gente espero que todos gostem sexta feira que vem posto mais um capitulo por favor comentem e deixem criticas construtivas e elogios tambem serão aceitos
Beijinhus no coração
Beijinhus no coração
Assinar:
Postagens (Atom)
